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Satélites
TV digital terrestre reduzirá uso de parabólicas, diz Globo
03/10/2008, 12h36
Para o diretor de engenharia da TV Globo, Fernando Bittencourt, o avanço da TV digital brasileira terrestre e sua programação em alta definição reduzirão, gradativamente, o uso de antenas parabólicas em banda C no País. “É algo de longo prazo. Precisamos ter paciência. Vai levar de cinco a dez anos”, disse o executivo. Para a emissora, isso será importante para reforçar seu modelo comercial, que obtém muita receita a partir da venda de espaço publicitário regional. Na transmissão via satélite não é possível segmentar regionalmente a venda de publicidade. É por isso, aliás, que a Globo não tem intenção de distribuir sua programação em HDTV via satélite aos milhões de parabólicas presentes em domicílios brasileiros. “Seria como dar um tiro no pé”, disse Bittencourt.
Entre as operadoras de TV paga, há divergências quanto à decisão de transmitir ou não a programação em alta definição das TVs abertas. A Sky manterá a transmissão desses canais abertos em SDTV (standard definition) por entender que seu assinante poderá facilmente vê-los em HDTV com a transmissão das próprias emissoras. A Net, por outro lado, está decidida a transmitir por cabo toda a programação em HDTV das emissoras abertas brasileiras. “Queremos que nosso assinante use apenas um controle remoto”, disse o diretor de produtos e serviços da Net, Márcio Carvalho.

TV aberta x TV paga

Bittencourt, da Globo, acredita que a transmissão de TV digital terrestre em alta definição pode vir a tomar mercado das TVs pagas. “A maior audiência da TV paga é a TV aberta. Muitas pessoas assinam TV paga para ter uma TV aberta de qualidade”, afirmou o executivo. Com o advento da TV digital, ele espera que haja um impacto negativo no crescimento da TV por assinatura no País.
Obviamente, Sky e Net discordam. “A Sky é complementar aos canais abertos”, disse o diretor de engeharia da empresa, Luis Otávio Marchezetti. “Do nosso lado, não vemos nenhum sinal de desaceleração. Além disso, não vendemos apenas TV, mas pacotes em triple play, que incluem TV e banda larga a preços baixos”, respondeu Carvalho, da Net.
Bittencourt, Carvalho e Marchezetti participaram nesta sexta-feira, 3, do 8º Congresso Latino-americano de Satélites, evento organizado pela Converge Comunicações no Rio de Janeiro. Da Redação – TELA VIVA News

Satélites
HDTV ganhará força na América Latina a partir de 2010
03/10/2008, 12h33
A transmissão de canais em alta definição (HDTV) deve ganhar força na América Latina a partir de 2010, prevê a analista da Convergência Research, Ana Bizberge. O assunto foi tema na manhã do segundo dia do 8º Congresso Latino-americano de Satélites, nesta sexta-feira, 3, no Rio de Janeiro. O evento é organizado pelas revistas TELETIME e TELA VIVA.
A operadora de cabo Net Serviços, que já transmite o canal Globosat HD, promete lançar de cinco a dez novos canais em HDTV em 2009. “A preferência é por canais que sejam 24h HDTV”, explicou o diretor de produtos e serviços da Net, Marcio Carvalho. Ele informou que durante as Olimpíadas já haviam sido vendidos pelo menos 20 mil decodificadores de alta definição para assinantes da Net. A Sky, por sua vez, lançará seus primeiros canais 24h em HDTV no primeiro semestre de 2009 no Brasil.
Entre as TVs abertas, a Globo foi uma das pioneiras na produção em HDTV, com novelas, jogos de futebol e alguns filmes sendo transmitidos em alta definição. “Dentro de dois ou três anos, já haverá produção regional em HDTV”, prevê o diretor de tecnologia da emissora, Fernando Bittencourt.
Um dos efeitos proporcionados por essa migração para a alta definição é o aumento do consumo de capacidade satelital. A TV Globo desde junho deste ano, por exemplo, tem dois sinais de satélites operando simultaneamente na transmissão de jogos de futebol: um para SDTV (standard definition) e outro para HDTV. “Conforme migramos para HDTV, a demanda por satélites irá aumentar. Mas teremos que negociar esses custos, para que o projeto seja economicamente viável”, alertou Bittencourt.
O diretor de engenharia da Sky, Luis Otávio Marchezetti, acredita que o fato de a TV aberta brasileira ser de alta qualidade influencia os canais de TV por assinatura a melhorar também. E isso pode ajudar a acelerar a adoção da HDTV. “Um canal puxa o outro. Acho que ano que vem o mercado estará bem mais aquecido”, disse Marchezetti. Fernando Paiva – TELA VIVA News

Festival
Três curtas brasileiros estão entre os finalistas do AXN Film Festival 2008
03/10/2008, 18h26
“Entre Cores e Navalhas”, de Catarina Accioly e Iberê Carvalho; “Landau 66”, de Fernando Sanches; e “Com as próprias mãos”, de Alysson Silva Muritiba são os curtas-metragens brasileiros finalistas no AXN Film Festival 2008, competição de curtas latinos promovida pelo canal. Os três melhores filmes, escolhidos por um júri formado por doze representantes da indústria cinematográfica, serão premiados. O vencedor receberá um prêmio de US$ 10 mil e uma câmera HDV; o segundo colocado levará uma câmera HDV e o terceiro, uma câmera mini-DV. Completam a lista de finalista os curtas “Todos y Nadie” (Peru), “Libre” (Venezuela), “Verano 79” (México), “La Gordiranfla” (México), “Una Larga Sombra” (México), “Gasolina” (Colômbia) e “La Velocidad de los Ceibos” (Uruguai).
Os curtas finalistas serão exibidos no programa “AXN Film Festival”, nos dias 4, 11, 18 e 25 de novembro, às 22h. Dia 2 de dezembro, no mesmo horário, acontece a final com a apresentação dos três primeiros colocados e exibição do curta vitorioso. Da Redação – TELA VIVA News

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