Publicado em 11/10/09, 10:39

 

Priscila Sol, a Paixão de “Viver a Vida”, encara seu destaque sem glamour

Quem vê a cara de menina de Priscila Sol, a Paixão de “Viver a Vida”, não imagina que a paulistana tem 29 anos e é mãe do pequeno Vitor, de 6. Mas basta conversar alguns minutos com a bela moça para perceber que de menina ela só tem o rosto. A intérprete da estagiária que é apaixonada platonicamente por Jorge, vivido por Mateus Solano, é para lá de madura. Tanto que começou a atuar para sustentar o filho. “Chegou um momento da minha vida em que pensei: qual é a única coisa que realmente sei fazer? Atuar…”, lembra ela, que, antes de dar o ar da graça na trama das oito da Globo, já tinha encarnado a problemática Renée em “Água na Boca”, da Band.


A atriz Priscila Sol, que interpreta a Paixão da novela “Viver a Vida”

Apesar de só ter começado a ganhar dinheiro como atriz depois que se tornou mãe, não é de hoje que Priscila se dedica às artes cênicas. Muito falante, ela lembra que seu interesse pela interpretação surgiu ainda pequena. “Sempre fui muito exibida. Fazia de tudo para chamar a atenção do meu pai e da minha mãe”, conta, às gargalhadas. Embora adorasse aparecer, Priscila garante que nunca pensou em fazer televisão. Tanto que, quando se decidiu pela carreira, se inscreveu no Teatro Escola Macunaíma, em São Paulo. “Mas, como só tinha 13 anos, era aluna ouvinte”, observa.

Depois de estudar por mais cinco anos no Macunaíma, Priscila não se deu por satisfeita. Aos 18, arrumou as malas e foi fazer intercâmbio na Nova Zelândia, país em que se matriculou em um curso especializado em cinema, teatro e tevê. Quando voltou para o Brasil, porém, em vez de mergulhar nos palcos, ela foi trabalhar no curso de teatro Em Cena. “Lá trabalhei na cantina, no caixa, na recepção… E aproveitava para fazer de graça os cursos com os diretores de tevê famosos que apareciam, como o Maurício Farias, o Dennis Carvalho…”, enumera.

Foi em uma dessas aulas que ela se viu “tentada” a investir na carreira de atriz. “Todo mundo falava que eu levava o maior jeito, mas eu me boicotava. Não sabia se era isso mesmo que queria para a minha vida”, recorda ela que, com o tempo, mudou de ideia. “Aí fui atrás. Entrei em uma agência de publicidade e fiz 42 comerciais”, contabiliza ela, que, por aparentar ter bem menos do que 29 anos, fez inúmeras propagandas em que aparecia como uma menina de 14.

A transição da publicidade para a televisão e o cinema veio de forma curiosa. Ao levar o filho para fazer um teste para um comercial de uma grande empresa de laticínios, a atriz acabou sendo vista pela produtora de elenco Valéria Zopello, que ficou encantada com seu perfil. Ela disse que Priscila tinha a cara de uma personagem de “O Magnata” e a chamou para fazer um teste para o filme. Despretensiosamente, ela fez e, não só ganhou o papel no longa como, logo em seguida, foi convidada pela Band para estrear em novelas. “Eu e a Rosanne tivemos uma química tão boa no filme que acho que só me convidaram para fazer a Renée, a irmã dela em ‘Água Na Boca’, por causa disso”, entrega, referindo-se à atriz Rosanne Mulholland que, no filme, interpretou a jovem Dri e, na novela, a protagonista Danielle Cassoulet.

A estreia na Band rendeu ótimos frutos para Priscila. Não é à toa que em sua segunda experiência na tevê ela já interpreta um papel de destaque em uma trama das oito da Globo. Apesar de saber que está em uma produção de muita visibilidade, ela confessa que procura analisar a oportunidade sem glamour. E ainda se diverte com o fato de ser homônima de uma atriz pornô do Paraná. “Qualquer pessoa ficaria encanada com isso. Mas não ligo. Quase nunca fiz nada para
divulgar meu trabalho”, admite, garantindo que tenta agir o mais normal possível. “Vou ao banco, saio desleixada na rua. Encaro como uma profissão como outra qualquer”, garante. Por enquanto, ela prefere “viver o momento” e deixar a apaixonada personagem ir nascendo aos poucos. “Estou deixando a Paixão fluir de acordo com o que o Mateus me dá. E está sendo ótimo”, conta.

Extremos

O simples fato de a Globo estar economizando chamadas de “Cama de gato”, indica que a novela não preocupa.

Quanto à nova aposta de domingo, “Norma”, com Denise Fraga, não deve ter vida longa.

Na verdade, já sentindo a falta de “fôlego”, a própria Globo se encarregou de informar que não havia uma duração definida para o programa.

Boa escolha

A direção de jornalismo da Record foi muito feliz na escolha de Carla Cecato e Roberta Piza para o comando do “Fala Brasil”. Dupla entrosada.
O telejornal, exibido nas manhãs da emissora, incomoda a concorrência: constantemente aparece em primeiro lugar no Ibope.

Bate bola

“Go”, formato da Endemol adquirido pela Bandeirantes, já foi produzido em 4 países:
Argentina, Geórgia, Romênia e Espanha.

Já o “Big Brother”, também Endemol, alcançou nada menos que 40 paises.
A Globo, aliás, já está às voltas com os trabalhos de produção da décima temporada desse reality show. Estreia em janeiro.
Em tempo: nos últimos cinco anos a Endemol criou uma média de 300 formatos por ano. Claro que nem todos fazem sucesso.

Belinha

Embora sua audiência esteja aquém do desejado pela cúpula da emissora, “Bela a Feia” pode se tornar em breve um sucesso comercial. Em parceria com diversas empresas, a Record tem lançado produtos com a marca da novela. Já estão nas bancas fotocards e a revista semanal. Em novembro, chega ao mercado a goma de mascar pela General Brands e a “Belinha”, boneca que será produzida pela Estrela

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